O que as empresas estão e não estão fazendo para aderir à inovação?

Publicado em 7 de novembro de 2019 | 18:48 |Por: Portal eMóbile

 

Que o mundo está em transformação é entendimento comum.

O que leva uma empresa a optar por inovar? Ou, por qual motivo as resistências acabam se sobressaindo diante das necessidades identificadas?

Segundo Sandro Magaldi, autor de O Novo Código da Cultura – Transformação Organizacional na Gestão do Amanhã,  pela primeira vez o risco de não tentar algo diferente é maior do que o risco de ficar parado.

Diante deste cenário o que vemos no setor moveleiro?

Existem empresas que estão bastante adiantadas na leitura do mercado. Que entenderam (bem antes) que o sucesso do passado absolutamente não garantiria o presente e nem tão pouco o futuro e em tempo hábil iniciaram a construção de uma cultura de inovação em seus negócios.

Criar um ambiente de inovação de uma empresa é uma das decisões mais complexas, e ao mesmo tempo a mais acertada que uma empresa pode ter.

A dificuldade sempre vai residir na tal zona de conforto. Crenças como; “sempre deu certo assim…” “Foi assim que cheguei onde cheguei…” “Não posso embarcar em modismos…” entre outras delimitam e definem o campo de ação de uma empresa ao tomar suas decisões.

Naturalmente mudar o “ambiente empresarial” é decisão que implica não em romper com suas origens e valores, mas necessariamente olhar para o futuro tendo o passado apenas como uma referência que respaldou sua existência até aquele momento.

Quem priorizou criar cultura de inovação se valeu de apoio externo. Uma renomada Instituição de capacitação, reconhecida no Brasil e no exterior angariou alguns clientes moveleiros, ávidos por se prepararem para os desafios conhecidos e os que ainda estão por vir.

Mas, isto não foi tudo. Em alguns casos estas empresas buscaram a profissionalização da gestão, buscando no mercado gente qualificada para não fazer melhor do que eles fizeram, e sim para que uma visão de fora para dentro, desprovida da “emoção e sentimento, e não raro paternalismo” que muitas vezes predomina na analise do ambiente empresarial pelo dono do negócio.

Parou por ai? Não! Para institucionalizar a cultura de mudança organizacional algumas foram adiante implantando núcleos extremamente qualificados para monitorar o cenário, temos case atualmente de empresa com 17 colaboradores na área de desenvolvimento.

Qual a garantia de que tudo isto dará certo?

Uma máxima da nova ordem econômica é a de que “Nada garante nada”, ou seja: assim como as mudanças não garante sucesso, ficar estacionado também não. Ai que reside o grande drama. De modo geral somos motivados a buscar na confiança de acerto as nossas escolhas, quando na verdade a leitura correta deveria ser: “o que não irá acontecer ou não acontecerá comigo se eu escolher jogar parado?”

Este é um drama shakespeariano no melhor estilo “to be, or not to be”.

Eis a questão!

Qual a sua escolha diante dos desafios que se impõem?

 


Carlos Bessa

Atuo há 25 anos no setor moveleiro de forma direta em todos os polos de produção moveleira do Brasil, tanto com indústrias como com fornecedores e lojistas. Tenho participação internacional nas principais feiras internacionais do mundo divulgando o móvel brasileiro. Uma das publicações foi premiada como o Top de Marketing da ADVB. Tenho atuação intensa na International Alliance of Furnishing Publications (IAFP, em português Associação Internacional das Revistas Moveleiras Especializadas) em que atuei como secretário-geral no período de 2014 a 2016, atualmente, sou Diretor Superintendente da Revista Móbile.

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