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26 FORNECEDORES SOB MEDIDA 356 Ter o melhor equipamento requer também as melhores ferramentas; veja como serras atendem eficiência na operação, baixo ruído e alta durabilidade Serras eficientes Por Thiago Rodrigo P ara um relógio contabilizar o tempo, todas as peças são importantes para a engrenagem funcionar. Na produção moveleira, isto não é diferente. E não adianta ter uma máquina com inúmeros atributos e qualidades se uma peça não corres- ponde ao nível que o equipamento pode proporcionar. Por isso, é impor- tante ter ferramentas que estejam de acordo com os maquinários. Nesse sentido, a serra é tão impor- tante quanto a máquina. Desde a qualidade do aço, a perfeita planeza do disco e sua respectiva estabilidade dinâmica, aliada à uma afiação de precisão e de boa qualidade, são os pontos que influenciam diretamente no acabamento de corte de painéis de madeira, sem marcas nas laterais/bor- das ou lascas no revestimento. As serras utilizadas em seccionadoras para o corte de madeira podem contri- buir para a redução de desperdício de material durante o processo de seccio- namento. Para isso ser possível, a serra deve ter como principais características a precisão e qualidade para não haver refugos de peças com mau acabamen- to gerando desperdícios. “Além disso, a serra deve ter boa resis- tência ao desgaste, a fim de garantir um bom gume de corte por mais tempo e, assim, garantir a execução de cortes perfeitos, sem interferências frequentes por perda do gume e perda de qualida- de no corte”, explica Fábio Amandio, gerente comercial da Leitz, fabricante alemã de serras – isso porque serra sem gume perfeito ou desgastada gera peças mal-acabadas e perdas. Para não gerar esses problemas e possibilitar o melhor funcionamento, a companhia sempre prioriza pela esco- lha das matérias-primas utilizadas nos produtos, bem como o projeto ideal vinculado à aplicação do produto e, principalmente, a precisão e qualidade final que possam entregar o melhor resultado para satisfação do cliente. “Temos as serras da linha Premium com um range de precisão mais fino, ornamentos antirruído e vibração preenchidos com silicone. Igualmente a linha Excellent, com dentes de metal duro ultra resistentes ao desgaste, en- tregando uma performance até 50% maior que as serras convencionais”, pontua Amandio. O gerente comercial destaca tam- bém que o tipo de serra impacta a velocidade de avanço da máquina sem comprometer a precisão e o acabamento do corte, embora isso dependa do avanço e do acabamento desejado, assim como o material a ser cortado: definido isso, define-se a quantidade de dentes. “Normalmente a quantidade de dentes em serras para seccionadoras varia entre 60 e 96 dentes, dependendo também do diâmetro da serra e da espessura do material a ser cortado. Serras com quantidades de dentes compreendi- dos entre estes valores entregam um bom acabamento”, explica. Serras com precisão entregam o melhor resultado para o cliente NO DETALHE Leitz

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