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47 ABRIL 2026 SOB MEDIDA Buscapor produtividade, qualidadee repetibilidadeposiciona seccionadoraautomáticacomosoluçãoeficientenocortedechapas Seccionadoras automáticas Por Thiago Rodrigo A lgo incomum há 15 anos, a produção de móveis sob medida conta, atualmente, com seccionadoras automáticas de forma bastante comuns na marcenaria mo- derna. Assim, máquinas equipadas com pinças e capazes de ler planos de corte automaticamente fazem parte do dia a dia das empresas. Recursos que antes eram opcionais, como otimizadores de corte integra- dos e sistemas de pinças, tornaram- -se praticamente padrão, especial- mente pela busca crescente por velocidade, produtividade e precisão. A seccionadora automática está cada vez mais presente na marce- naria, principalmente em empresas que buscam mais produtividade e padronização. Ainda existe muito corte manual no mercado, mas a migração para o automático é uma tendência clara. Entre os opcionais que praticamente se tornaram pa- drão, a impressão de etiquetas é um deles, pois permite organizar melhor o processo produtivo, garantindo rastreabilidade das peças desde o corte até a montagem. “No caso da Biesse, alguns diferenciais impor- tantes são a regulagem automática entre serra e riscador, que assegura precisão constante no corte, e o sistema pneumático de troca de serra, que reduz tempo de setup e aumenta a produtividade”, assinala Roger Endo, gerente de vendas da Biesse para a América Latina. Um dos principais avanços criados pela empresa para as secciona- doras automáticas para marcena- rias está no software. “O bOpti, desenvolvido pela própria Biesse, vai além da otimização de corte. Ele permite também o controle de estoque e o acompanhamento dos custos de produção. Ferramenta leve e aberta a integração com outros sistemas, é possível gerar uma lista de trabalho e otimizá- -la importando um único arquivo de texto (.csv). Além disso, é uma solução intuitiva, fácil de operar no dia a dia e disponível em diferentes idiomas, incluindo o português, o que facilita muito a adoção nas marcenarias”, explica. Christian Büscher, gerente comercial e de assistência técnica da Homag Brasil, aponta entre os últimos recursos tecnológicos criados pela multinacional alemã inovações igual- mente no software, mas também na assistência ao operador. “Os sistemas atuais orientam o usuá- rio indicando a posição correta da peça e o movimento que deve ser feito. Máquinas como as da Homag possuem LED na linha de corte que mostra exatamente onde posicio- nar a peça e muda para vermelho quando há erro. Além disso, um sistema de laser projeta no tampo da máquina a posição e o movimento certo, reduzindo praticamente a zero a chance de inversão de medidas, por exemplo”. Büscher diz que essas tecnologias aumentam bastante a produtivida- de porque o operador não precisa interpretar cada passo: ele apenas segue as indicações visuais da máquina. “Com isso, o corte é mais rápido, a qualidade melhora e há menos desperdício, pois os erros diminuem drasticamente”, afirma. Sawteq O 100 da Homag, ideal para pequenas marcenarias Homag

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