Bonapel indica embalagens de proteção de móveis

Empresa de embalagens, Bonapel compartilha embalagens para exportação, e-commerce e sua atuação no mercado moveleiro brasileiro

Publicado em 16 de junho de 2026 | 08:00 |Por: Thiago Rodrigo

Todo móvel ao ser produzido precisa ser embalado com material de qualidade para assegurar que as peças cheguem intactas da indústria para a loja e depois para o cliente. Nesse sentido, ter uma fornecedora de embalagens confiável é importante. A Bonapel é uma empresa que oferta proteção para o mobiliário da indústria moveleira há 18 anos. Enxergando no mercado o fornecimento de itens isolados de embalagem, a empresa surgiu para oferecer toda a gama de produtos necessária pelos clientes.

Assim, passou a fornecer embalagens de papel, poliestireno (EPS, conhecido como isopor) e polietileno (EPE) para todo o mercado. “A Bonapel cresceu muito em cima disso, de ofertar muitas alternativas para o cliente, tanto em capacidade de resistência quanto em custo”, conta Evandro de Bona, diretor da Bonapel que atua há 33 anos com embalagens, sendo representante de vendas por 19 anos.

Cores como expressão contemporânea

Segundo ele, a Bonapel está ao lado do cliente para ajudar no cálculo de custo da embalagem para competir no mercado. “Esse trabalho é feito pelo nosso comercial que ajuda a entender até onde podemos chegar com o nosso melhor possível”, diz. Normalmente, a empresa oferece uma, duas ou três alternativas de composições diferentes para que o cliente possa escolher. São caixas, chapas, cantoneiras, perfis, divisórias, ponteiras, mantas e paletes, além de produtos customizados, dentro das matérias-primas citadas, bem como cantoneira em polipropileno.

A empresa tem duas fábricas, em Bento Gonçalves (RS) e em Itabuna (SP), que produzem todas as linhas de produtos. “Quando uma região está com muita demanda, utilizamos a outra, o que garante ao cliente uma qualidade boa e entrega no tempo que ele precisa com a qualidade que ele exige”, declara. A empresa entrega os produtos montados, como a cantoneira de papelão. “Fazemos o primeiro processo na empresa, mandamos para os parceiros montarem (é um trabalho prisional em presídios), volta para o estoque da nossa empresa e enviamos para distribuição aos clientes”, explica De Bona.

Continue lendo a reportagem na edição 352 da Móbile Fornecedores

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