Seccionadoras automáticas para marcenarias

Busca de seccionadoras automáticas para marcenarias são por produtividade, qualidade e repetibilidade que posiciona a máquina como solução eficiente no corte de chapas

Publicado em 22 de julho de 2026 | 08:00 | Por: Thiago Rodrigo

Algo incomum há 15 anos, a produção de móveis sob medida conta, atualmente, com seccionadoras automáticas para marcenarias de forma bastante comuns. Assim, máquinas equipadas com pinças e capazes de ler planos de corte automaticamente fazem parte do dia a dia das empresas. Recursos que antes eram opcionais, como otimizadores de corte integrados e sistemas de pinças, tornaram-se praticamente padrão, especialmente pela busca crescente por velocidade, produtividade e precisão.

A seccionadora automática está cada vez mais presente na marcenaria, principalmente em empresas que buscam mais produtividade e padronização. Ainda existe muito corte manual no mercado, mas a migração para o automático é uma tendência clara. Entre os opcionais que praticamente se tornaram padrão, a impressão de etiquetas é um deles, pois permite organizar melhor o processo produtivo, garantindo rastreabilidade das peças desde o corte até a montagem. “No caso da Biesse, alguns diferenciais importantes são a regulagem automática entre serra e riscador, que assegura precisão constante no corte, e o sistema pneumático de troca de serra, que reduz tempo de setup e aumenta a produtividade”, assinala Roger Endo, gerente de vendas da Biesse para a América Latina.

Um dos principais avanços criados pela empresa para as seccionadoras automáticas para marcenarias está no software. “O bOpti, desenvolvido pela própria Biesse, vai além da otimização de corte. Ele permite também o controle de estoque e o acompanhamento dos custos de produção. Ferramenta leve e aberta a integração com outros sistemas, é possível gerar uma lista de trabalho e otimizá-la importando um único arquivo de texto (.csv). Além disso, é uma solução intuitiva, fácil de operar no dia a dia e disponível em diferentes idiomas, incluindo o português, o que facilita muito a adoção nas marcenarias”, explica.

Biesse seccionadoras automáticas para marcenaria

Seccionadora Cut Pro da Biesse

Christian Büscher, gerente comercial e de assistência técnica da Homag Brasil, aponta entre os últimos recursos tecnológicos criados pela multinacional alemã inovações igualmente no software, mas também na assistência ao operador. “Os sistemas atuais orientam o usuário indicando a posição correta da peça e o movimento que deve ser feito. Máquinas como as da Homag possuem LED na linha de corte que mostra exatamente onde posicionar a peça e muda para vermelho quando há erro. Além disso, um sistema de laser projeta no tampo da máquina a posição e o movimento certo, reduzindo praticamente a zero a chance de inversão de medidas, por exemplo”.

Büscher diz que essas tecnologias aumentam bastante a produtividade porque o operador não precisa interpretar cada passo: ele apenas segue as indicações visuais da máquina. “Com isso, o corte é mais rápido, a qualidade melhora e há menos desperdício, pois os erros diminuem drasticamente”, afirma. Na segurança, as máquinas seguem normas europeias CE, aceitas no Brasil, e contam com sistemas como lasers que impedem o acesso à linha de corte, cortinas, barreiras físicas e travas que só permitem abrir a capota depois que a lâmina parar completamente. “Isso evita acidentes e garante uma operação mais segura”, frisa.

Em um mercado onde todos os mínimos detalhes de custos importam, ter a melhor otimização de corte é imprescindível como uma das vantagens produtivas que as novas tecnologias oferecem. Além de tudo, o controle de etiquetas, segundo o gerente de vendas da Biesse, é onde nasce toda a informação do chão de fábrica para os próximos passos até a embalagem para a expedição. “Todas as máquinas da Biesse contam com o certificado de Norma Europeia (CE), que atende às normativas de segurança nacional NR12, com controle eletrônico de acessos e falhas, estamos cumprindo todas as exigências de segurança atual”, pontua Endo.

Continue lendo a reportagem na edição 356 da Móbile Fornecedores

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