Abimóvel e Ministro da Economia debatem retomada do setor

Em comunicado, a presidente da Abimóvel falou sobre as conversas que a entidade tev junto ao Ministro da Economia, Paulo Guedes

Publicado em 1 de junho de 2020 | 17:57 |Por: Pedro Luiz de almeida

Em comunicado divulgado no dia 31 de março, a presidente da Associação Brasileira das Indústrias do Mobiliário (Abimóvel), Maristela Cusin Longhi, falou sobre as conversas que a entidade teve nas últimas semanas junto ao Ministro da Economia, Paulo Guedes. De acordo com o documento, os principais assuntos debatidos foram as medidas de crédito e o Plano de Retomada.

Assuntos debatidos em duas reuniões. A primeira, no dia 26, foi com o Secretário Carlos Costa e equipes técnicas do Ministério da Economia e da Casa Civil. A segunda, no dia 29, com o Ministro da Economia, representantes da CNI e todas as entidades nacionais representativas da indústria.

Plano de ação

Após ouvir as lideranças empresariais, inclusive a presidente da Abimóvel, o Ministro Guedes traçou um cenário de como a economia brasileira vinha se comportando até os três primeiros meses de 2020:

  • arrecadação havia aumentado em 20%;
  • crescimento em 6% nos investimentos externos;
  • 833 empresas abertas no primeiro trimestre do ano;
  • as exportações crescendo em relação ao ano anterior, entre outros.

Além disso, o ministro falou sobre os impactos da pandemia, medidas anunciadas, gargalos e o “Plano de Retomada ou Caminho da Prosperidade”. Lembrou que as primeiras ações propostas seguiram uma lógica:

  1. crédito para as micro e pequenas empresas;
  2. MP-936 que assegurou cerca 8,5 milhões de empregos e recursos para a Folha de Pagamento.

Abimóvel

Prestação de contas

Sinalizou que, desde janeiro/19, a equipe econômica procurou avançar em alguns eixos estratégicos com o objetivo de sanear as contas públicas. Entre eles:

  1. Aprovação da Reforma da Previdência: R$ 750 milhões;
  2. Diminuição com Despesas Financeiras: ou seja atacar os juros altos e o câmbio baixo;
  3. Corte no aumento e reajuste do Funcionalismo (por 2 anos, em 2019/2020), assegurando o horizonte fiscal e econômico;
  4. Aprovação no Congresso Nacional das Medidas Regulatórias/ Partilha para Concessão: Saneamento básico, setor elétrico, petroleiras, cabotagem; mercado de gás, entre outros.

Por fim reiterou a importância de “nos mantermos unidos, da retomada segura ao trabalho e da necessidade de estabelecermos protocolos seguros nas indústrias”. Acabou a reunião fazendo questão de mencionar que o “Brasil voltará a crescer antes mesmo do que imaginamos”.

Na próxima semana as equipes trabalharão no subsídio técnico e jurídico das medidas do Plano de Retomada, nos pontos essenciais nos protocolos de segurança e em ações para a ampliação do mercado externo.

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