Sindusmobil: como será o mercado em 2022

Presidente do Sindicato das Indústrias da Construção e do Mobiliário de São Bento do Sul, Fernando Hilgenstieler, comenta sobre como será o ano de 2022 em relação à indústria, ao varejo e aos consumidores

Publicado em 23 de dezembro de 2021 | 10:00 |Por: Sandra Solda

Vivemos, desde o início da pandemia, um cenário econômico de incertezas que ainda não se estabilizou. O crescimento das vendas no mercado interno e externo, desde então, demonstrou o direcionamento de investimentos dos consumidores no conforto e beleza de seus lares.

Após a vacinação contra a Covid-19 e o retorno gradual das atividades sociais e turísticas, já se percebe uma volta à normalidade nos padrões de compras dos consumidores. Ou seja, o varejo moveleiro já revela uma queda na demanda comercial em relação ao mesmo período do ano passado.

É difícil projetar o ano de 2022, especialmente para o mercado brasileiro, onde há um histórico de instabilidades econômicas. O cenário, no entanto, indica que poderá haver uma estabilização do comércio de móveis, talvez aos níveis registrados no período pré-pandemia.
É possível que o consumidor volte a investir em atividades sociais e viagens, redirecionando o orçamento familiar. No entanto, temos consciência do potencial brasileiro para o setor moveleiro e pela busca de produtos que ofereçam design, qualidade e preço competitivo.

O mercado internacional, por sua vez, do qual nosso polo moveleiro permanece liderando as exportações brasileiras de móveis, também dá sinais de acomodação. A alta demanda do momento gerou inclusive uma crise logística, com falta de contêineres, atrasos portuários e aumentos exponenciais no custo do frete. Embora esse problema deva continuar por um tempo ainda, também se enxerga no horizonte um retorno de demanda mais próximo do período anterior à pandemia.

A atividade de maior relevância em 2022 para nosso sindicato será a realização da Móvel Brasil, que está confirmada para acontecer entre 17 e 20 de maio, em São Bento do Sul. Estamos com a maioria dos espaços comercializados, o que indica que teremos mais de 100 marcas moveleiras em exposição. A maioria delas é de nosso polo moveleiro, mas também teremos fabricantes de móveis e decorações de outros estados.

Temos a firme convicção que a Móvel Brasil será um impulsionador dos negócios nesse período pós-pandemia. Percebemos que os lojistas estão sentindo a necessidade do contato direto com as indústrias, de verificar presencialmente as novidades e de retomar o relacionamento pessoal com a cadeia moveleira.

Nesse sentido, a Móvel Brasil trará muitas novidades. Os expositores prometem lançamentos focados em design, alto padrão de qualidade, acabamentos diferenciados e preços competitivos. A feira apresentará móveis e decorações que atendam os desejos de consumidores que buscam produtos contemporâneos e clássicos, incluindo com a valorizada madeira maciça, através de fornecedores de produção flexível e comercialmente confiáveis.

Por Fernando Hilgenstieler


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