Fornecedores 354
22 FORNECEDORES SOB MEDIDA 354 que ser substituídos, pois acabam sofrendo abrasão, e esse desgaste diminui a movimentação de material dentro da bomba. Por sua vez, os tapetes/esteiras, sejam eles de lona (rolos e transfers) ou Kevlar (túneis), têm alta durabilidade. “Contudo, em casos de choque de peças ou acidentes durante o processo de pintura, deverão ser substituídos, embora isso ocorra muito ocasional- mente”, conta Pastrolin. As lâmpadas ultravioleta têm uma vida útil mínima de 1 mil horas de trabalho (tempo fornecido pelo fabricante), mas esse período pode ser muito maior ou um pouco menor, dependendo do cuidado e da manutenção realizados. O gerente da Crippa destaca que elas devem estar sempre limpas; evitar o contato manual manuseando-as apenas com luvas ou outra prote- ção; e, principalmente, não utilizar produtos químicos em sua limpeza. “As lâmpadas precisam ser avaliadas periodicamente com um radiôme- tro para verificar se a radiação está dentro do mínimo exigido para a secagem do material. Isso porque, muitas vezes, as lâmpadas ligam e emitem calor, porém a radiação está muito abaixo do desejado, não reali- zando a secagem necessária”. DE OLHO NAS LIXADEIRAS Além da execução da pintura da madeira e a impressão do desenho, as linhas de pintura contam com ca- libradoras, lixadeiras que, claro, tam- bém requerem soluções preventivas. Tanto lixadeiras calibradoras ou lixadeiras de acabamento precisam passar pela mesma manutenção pre- ventiva dos demais equipamentos. Estes equipamentos são muito robustos e com uma estrutura bem diferenciada, porém executam um trabalho muito minucioso de retirar uma camada muito fina de espessu- ra das chapas para calibrá-las — ou uma camada ainda mais fina, no caso de lixamento para acabamento. “Portanto, a regulagem de espessu- ra entre o espaço do tapete/esteira e das lixas precisa estar sempre muito bem calibrada, para que não se inutilize o material (substrato) nem a pintura já aplicada”, diz o gerente comercial da Crippa. LIMPEZA Além da manutenção preventiva, outro passo essencial de manuten- ção de cada uma das máquinas que compõem a linha de pintura é a lim- peza. Efetuando estes dois pilares, muitos dos problemas que poderiam ocorrer serão verificados e sanados, evitando a parada de máquina. O período de limpeza depende muito do tempo de utilização dos equipa- mentos durante um dia de trabalho. Em turnos de 8 horas com produ- ção de segunda à sexta, é comum realizar a limpeza total da linha no último dia da semana. “Porém, não é regra, e cada empresa pode esti- pular um cronograma individual”, afirma Pastrolin. Felizmente, aponta o profissional da Crippa, a tinta UV utilizada nas inúmeras linhas de pintura existentes hoje em funcionamento não seca de um dia para o outro, mesmo estando na máquina e sem que a limpeza no final do dia tenha sido realizada. “Isso ajuda muito a facilitar a limpeza do equipamento, evitando que ocorram eventuais problemas com a secagem da tinta nas partes que tive- ram contato com o maquinário, facili- tando a manutenção da limpeza”. MANUTENÇÃO CORRETIVA Para que eventuais problemas ines- perados não ocorram, a manutenção preventiva e a capacitação dos ope- radores das máquinas e da equipe de Crippa Além da manutenção preventiva, outro passo essencial de manutenção de cada uma das máquinas que compõem a linha de pintura é a limpeza NO DETALHE
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