Fornecedores 354

24 FORNECEDORES SOB MEDIDA 354 Confira análise do relatório Economia Brasileira 2025-2026 da CNI e perspectivas apontadas pelos líderes dos sindicatos moveleiros de BentoGonçalves e Linhares Baixo crescimento A s perspectivas da economia brasileira para 2026, segundo a Confederação Nacional da Indús- tria (CNI), é de crescimento menor para o Produto Interno Bruto (PIB), com alta de 1,8% que deve ser sustentada pelo setor de serviços. Na indústria, a previsão é de alta de 1,1%, com destaque para o avanço mais fraco da indústria de transfor- mação – enquanto a agropecuária não deverá fornecer o mesmo impulso ao crescimento como fez em 2025. É o que aponta o relatório Economia Brasileira 2025-2026 da CNI, que avalia os resultados do final do ano de 2025 e examina as previsões para 2026. Para o ano passado, a expectativa da CNI é que o PIB da economia ECONOMIA BRASILEIRA Por Thiago Rodrigo brasileira encerre com alta de 2,5%. O percentual é muito próximo ao projetado no Economia Brasileira 2024-2025, quando a previsão era de alta de 2,4%. Trata-se de uma desa- celeração importante frente a 2024, quando o PIB cresceu 3,4%. Contudo, na composição do crescimento do PIB em 2025, viu-se menos crescimento da indústria, penalizada, sobretudo, pelas taxas de juros elevadas. Segundo a entidade, o terceiro trimestre confirmou a desaceleração da atividade econômica brasileira, refletindo os efeitos prolongados da política monetária restritiva e da demanda doméstica enfraquecida. O PIB apresentou crescimento modesto de 0,1% no período, sinalizando perda de dinamismo em relação ao 1º semestre: o PIB cresceu 1,5% no 1º trimestre e 0,3% no 2º. Com as informações do terceiro trimestre, a CNI revisou a projeção para o crescimento do PIB de 2025 de 2,3% para 2,5%, apesar da dinâmica do terceiro trimestre ter vindo em li- nha com a desaceleração da atividade econômica que já era esperada. O PIB da Indústria de transformação cresceu 0,3% no 3º trimestre de 2025, após dois trimestres consecutivos de retra- ção: queda de 1,1% no 1º trimestre e de 0,4% no 2º trimestre. A leve recuperação, no entanto, não é capaz de reverter as quedas registradas nos trimestres anteriores e os dados disponíveis para o quarto trimestre reforçam a ausência de avanços signi- ficativos da produção. Freepik Perspectivas da CNI são de alta mais baixa para a economia brasileira em 2026

RkJQdWJsaXNoZXIy MTY1NDE=