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31 JANEIRO/FEVEREIRO 2026 Madeira engenheirada serve como e está presente em novo prédio da Henkel que destaca material Transição ecológica N os últimos anos, cresce a expectativa de que as cidades assumam um papel mais ativo na transição ecológica. A adoção de materiais de baixo impacto, como a madeira engenheirada, tem se consolidado como um caminho estratégico dentro dessa mudança para uma sociedade sustentável. Estudos recentes da Yale School of the Environment mostram que a utilização de produtos em madeira MADEIRA ENGENHEIRADA Por Thiago Rodrigo engenheirada, pode reduzir de 25,6 a 39 gigatoneladas de CO 2 equiva- lentes no ciclo de vida de edifícios urbanos, caso sejam adotados entre 30% e 60% dos novos edifícios até o ano de 2100. Outro dado, da Mann Publications, aponta que o uso permite reduzir as emissões incorporadas em estruturas civis em cerca de 30% a 50% em compara- ção com concreto ou aço. Ana Belizário, diretora da Urbem indústria brasileira de madeira engenheirada, declara que a ma- deira engenheirada impulsiona a transição ecológica urbana porque oferece uma alternativa estrutural eficiente e com menor impacto ambiental do que soluções con- vencionais. Quando proveniente de cadeias responsáveis e bem especificadas, conecta-se à lógica de cidades mais sustentáveis por permitir construções mais indus- trializadas, com montagem mais rápida, menos desperdício, me- nor geração de resíduos e menor interferência no entorno. “Além disso, por ser um material renovável e versátil, a madeira engenheirada ajuda a viabilizar modelos constru- tivos mais inteligentes, com ganho de produtividade e potencial de redução de emissões ao longo do processo”, assinala. Henkel Inspiration Center Jundiaí da Henkel utilizou madeira engenheirada, reduzindo o impacto ambiental dos edifícios

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