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37 JANEIRO/FEVEREIRO 2026 A fabricante de máquinas para in- dústria moveleira e marcenaria, Giben, vive um momento esplendoro- so. A partir do crescimento em vendas de máquinas para marcenaria, especial- mente do centro de furação Flexdrill, a companhia, localizada em Curitiba (PR), realizou investimento de 10 milhões de reais para a ampliação de sua planta fabril, concretizado no final de 2025. O mais novo galpão de 1,8 mil m² ocupa o máximo do terreno da empresa que contou com uma expansão gradual (a última há oito anos) ao longo dos 52 anos de Giben no Brasil – a companhia completará 53 anos no dia 8 de junho. A evolução da Giben começou há oito anos após dez anos de parceria com o grupo chinês KDT. “Fizemos uma parceria que já perdura por 18 anos com o grupo KDT da China que ajudou muito a gente construir tudo isso e a melhorar. Nós ampliamos nosso espaço agora e reservamos uma área que vai ser a ampliação do nosso showroom”, assinala o diretor comercial, Ari Valarini. O novo espaço para a exibição de má- quinas está maior e terá sua abertura ao público entre os dias 7 e 9 de abril. MAISQUE SECCIONADORAS Segundo Valarini, todo esse processo ocorre também pela forma como a marca está posicionada no mercado e de como almeja ser enxergada pelos clientes. “A Giben nasceu oriunda de uma fabricante de seccionado- ras e muitos acham que fabricamos apenas seccionadoras. Mas há 18 anos implementamos linhas de coladeiras, INDÚSTRIA Giben Marca de máquinas destaca avanço no mercado a partir de consolidado centro de furação e busca seguir em crescimento a partir do fornecimento desta e de outras tecnologias Giben emcrescimento Por Thiago Rodrigo de furação e projetos especiais. São 18 anos crescendo com essa parceria com a KDT”, diz Valarini. Na primeira feira ForMóbile, realizada em 2004, essa no- vidade já pode ser vista pelo mercado. De início, a parceria com a KDT operou em um ritmo lento, por causa também das dificuldades que a Giben tinha na época. Com a entrada da taiwanesa Anderson Group, em 2015, a qual fez aporte de capital que fortaleceu os la- ços com a KDT, permitindo, assim, au- mentar exponencialmente o volume de compras, confessa Valarini. Isso se deu pelo aumento do volume de vendas da marca, que passou a entregar 40 máquinas por mês – antes eram dez. Isso motivou a ampliação da fábrica e hoje a companhia busca atender quase à pronta-entrega. Os principais benefícios para os clientes, com o aumento de espaço e mais máquinas “nacionalizadas”, são essa agilidade no fornecimento – a nacionalização dos equipamentos enviados pela KDT funciona da seguinte forma: “As máquinas chegam, e revisamos uma a uma minuciosamente. Revisamos o esquema elétrico inteiro, mudamos toda a linguagem para o português, fazemos o manual, enquadramos den- tro da NR-12 e embalamos [para venda e ou entrega]. É algo que demora entre 15 e 20 dias”, conta Valarini. Igualmente a oferta de um pós-venda muito forte, com assistência plena e estoque de peças para qualquer reposi- ção. “Sem contar com todo o suporte da Giben na questão de treinamento, qualificação da mão de obra do cliente moveleiro e marceneiro”. Tudo para o mercado ter confiabilidade na marca. “São 52 anos de existência. “É uma empresa sólida e séria nos seus propó- sitos”, acrescenta o diretor. Com ampliação, Giben passou para 9 mil m² de área produtiva, na foto, equipe da Giben no novo espaço

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