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47 JANEIRO/FEVEREIRO 2026 SOB MEDIDA Equipamento garante acabamento mais elevado no processo de pintura; veja diferença entre via seca e úmida e qual modelo escolher Cabines de pintura Por Thiago Rodrigo Q uando se fala em pintura de móveis na marcenaria, uma série de equipamentos são neces- sários para realizar este serviço que proporciona design e distingue o móvel da concorrência. Um dos instrumentos para executar este processo com maior qualidade são as cabines de pintura. Saber qual cabine é a mais indicada para o tamanho do negócio e da produção é muito importante, bem como ou- tros fatores que interferem tanto na escolha quanto no uso da cabine. Alessandro Diebold, gerente comer- cial da Koria, uma das principais fa- bricantes de cabines de pintura para o setor moveleiro, destaca que a marca lançou há pouco tempo uma cabine de pintura de entrada para a pintura de móveis na marcena- ria, com facilidade de entrega e de montagem, a Blocko® Box. Trata-se de uma linha totalmente à prova de corrosão, com garantia de dois anos. “O marceneiro ou pequena empresa que quer começar sua pintura e não tem uma demanda muito grande, esse tipo de produto encaixa muito bem. Porque o investimento é ex- tremamente baixo perto do retorno que ele dá”, assinala o profissional. Muitos marceneiros querem traba- lhar com exaustores ou axiais, itens que não têm filtro, que praticamen- te só gera vento sem uma filtragem adequada, o que segundo Diebold é um tipo de situação muito proble- mática. “Este equipamento tem dupla barreira de filtragem, com exaustor de alta performance. As- Cabines de pintura são essenciais para melhor processo na marcenaria Koria

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