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49 SETEMBRO 2026 CLÁSSICAS A SCM possui uma área de máqui- nas clássicas com esquadrejadeira, desengrossadeira, desempenadei- ra, moldureira, tupia, furadeiras, lixadeiras e coladeiras para esses processos. Nesse sentido, que as máquinas novas dão benefícios em relação às antigas não é novidade, mas entre as principais vantagens da nova tecnologia está a precisão. “Máquina antiga desgasta, perde calibração com o tempo e, em uma marcenaria de móvel maciço, isso é crítico – um encaixe com folga de décimos compromete o acabamen- to. Segundo é a produtividade com as máquinas novas tendo setup mais rápido e menos tempo parado ajustando”, explica Lopes. Há também uma grande diferença na questão da segurança. Afinal, as normas evoluíram muito e a prote- ção que hoje é padrão simplesmente não existia em máquina de 20 ou 30 anos atrás. A manutenção é outro ponto, pois a máquina antiga às ve- zes nem tem mais peça de reposição original disponível. Mas o benefício menos falado, de acordo com o responsável pelo marketing da SCM, que talvez seja o mais relevante para o dia a dia é a curva de aprendizado. “A tecnologia atual ajuda até um operador menos experiente a chegar em um resultado de qualidade. Isso é ouro para uma oficina pequena que nem sempre tem um marce- neiro com experiência disponível o tempo todo. No fim, o investimento não é só trocar máquina, é destravar capacidade de produção com menos risco”, pontua. PROCESSO O processo de produção de móveis de madeira maciça com as máquinas citadas começa com a tábua ainda em estado bruto. O primeiro passo é a desempenadeira, que aplaina uma das faces e cria uma superfície de referência. “Sem isso, nenhuma me- dida vai ficar confiável depois”, frisa o profissional de marketing da marca. Em seguida, vem a desengrossadeira, que trabalha a partir dessa face de referência para ajustar a espessura fi- nal da peça de forma uniforme. Com a peça já plana e na espessura certa, ela vai pra esquadrejadeira, que faz os cortes nas dimensões definidas, retos ou em ângulo, conforme o projeto do móvel. Depois entra a tupia, que executa os encaixes: rebaixos, ranhuras, encaixe macho-fêmea, o que o de- senho da peça pedir. “Se o móvel tem moldura ou perfil decorativo, aí entra a moldureira”, assinala. As furadeiras fazem os furos de montagem para cavilha, dobradiça e ferragens. E, fechando o proces- so, a lixadeira prepara a superfície para o acabamento e, se a peça tem borda a revestir, a coladeira faz esse fechamento. “É um fluxo bem definido, e cada máquina resolve um problema específico da cadeia”, destaca. Aberta a atender as dúvidas e interesses dos marceneiros a respeito dessas máquinas clássicas de pro- dução de móveis de marcenaria, a SCM realizará mais um Open House em sua sede em São Bento do Sul (SC). Será entre os dias 14, 15 e 16 de outubro, no qual mostrará “o kit completo, com a precisão de má- quina industrial cabendo direitinho no tamanho de uma marcenaria”, define Lopes. SCM Tecnologia atual ajuda até um operador menos experiente a chegar em um resultado de qualidade
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