Lojista 430
19 Móbile Lojista 430 | Julho 2026 | Ano XLIV NA VITRINE: COLCHÕES Descanso que vende Saúde do sono, tecnologia e sustentabilidade redesenham a categoria de colchões e recolocam o lojista no centro de uma venda de alto valor H á uma pergunta que o varejo de móveis nem sempre sabe responder: quando foi a última vez que seu cliente trocou o colchão? A resposta, na maioria das vezes, é vaga. E essa vagueza diz muito sobre o potencial represado da categoria. Segundo a Associação Brasileira da Indústria de Colchões (Abicol), o consumidor brasileiro troca de colchão, em média, a cada dez anos. É um ciclo longo, mas previsível, e essa previsibilidade é o que transforma o produto em ativo estratégico para o lojista que sabe trabalhar com ele. Os números do mercado sustentam essa leitura. Em 2024, os fabricantes de colchões faturaram R$ 12,4 bilhões, de acordo com dados da Secretaria da Fazenda (Sefaz) compilados pela Abicol, com projeção de expansão de 6,5% para 2025. O Brasil responde por cerca de 40% do consumo de colchões na América Latina e ocupa a quinta posição no ranking mundial de produção, segundo a entidade. O País conta com cerca de 351 fábricas certificadas em operação, que empregam aproximadamente 39 mil pessoas diretamente. Dados do IEMI – Inteligência de Mercado mostram que lojas próprias respondem por 46% das vendas de colchões e camas box no País, e que o Sudeste concentra 32% da produção nacional. Por: Júlia Magalhães Envato A venda de colchões ganha força quando o lojista transforma atributos técnicos em argumentos ligados a conforto, saúde e qualidade do sono
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