Lojista 433

9 Móbile Lojista 433 | Out/Nov 2026 | Ano XLIV CASTOR CONCORRE AO PRÊMIO RECLAME AQUI 2026 A Castor está entre as indicadas ao Prêmio Reclame AQUI 2026 na categoria Colchões e Camas – Grandes Operações. A marca venceu a mesma categoria em 2024 e em 2025. Nesta edição, mais de 4,9 mil empresas se inscreveram, e cerca de 3,4 mil avançaram por atender aos requisitos de reputação, com classificação “Boa”, “Ótima” ou RA1000. Em cada categoria, as 15 empresas com as maiores médias de avaliação foram para a votação popular. Entre março e agosto de 2026, a Castor manteve a reputação RA1000, a classificação máxima da plataforma, com nota geral de 8,7, índice de solução de 95,6%, 100% das reclamações respondidas e tempo médio de resposta de 20 horas. A votação, aberta em 2 de setembro, vai até 5 de novembro e é restrita a consumidores maiores de 18 anos com cadastro ativo no Reclame AQUI. Os vencedores devem ser anunciados em dezembro. SEBRAE E MAGALU CAPACITAM EMPREENDEDORAS O Sebrae Delas e o Magalu, por meio da Comunidade Mulheres de Negócios de Luiza, lançaram em 7 de outubro uma jornada de capacitação voltada a empreendedoras que querem vender no marketplace da varejista. Com duração de quatro semanas, a iniciativa previa atender até 20 mil mulheres da base do Sebrae Delas, com foco na preparação para a Black Friday. O programa reuniu aulas e mentorias com especialistas do Magalu, desafios práticos e suporte para abertura e configuração da loja, cadastro do mix inicial, melhoria de fotos e descrições, organização da logística e participação em campanhas. As participantes também tiveram acesso a descontos em taxas e serviços e a bonificações no marketplace. Puderam participar empreendedoras com atividades elegíveis nas áreas de indústria e fabricação (incluindo móveis, madeira, têxtil e eletrônicos), comércio e alimentação. Segundo a gestora do Sebrae Delas, Louise Alves Machado, a proposta é ampliar a presença desses negócios no ambiente digital e “ajudar a reduzir a distância entre um negócio e seu público”. MAGALU PASSA A VENDER MÓVEIS NO MERCADO LIVRE O Magalu começou a vender no Mercado Livre em setembro. O acordo reúne cerca de 27 mil itens de estoque próprio das marcas Magazine Luiza, KaBuM! e Época Cosméticos, com móveis, eletroeletrônicos, games, informática, cosméticos e perfumaria. Todos os pedidos são entregues pela Magalog, operadora logística do grupo. A parceria não é exclusiva e segue o modelo de acordos que o Magalu já mantém com Amazon, AliExpress e Americanas. A Casas Bahia vende no Mercado Livre desde 2025. O movimento ocorre depois de um segundo trimestre de retração. Entre abril e junho de 2026, as vendas totais do Magalu caíram 5,1%, para R$ 14,5 bilhões, e o e-commerce recuou 11,9%. Segundo o CEO, Frederico Trajano, “a audiência do e-commerce brasileiro está cada vez mais pulverizada”, e as parcerias com plataformas de terceiros são a forma encontrada para retomar o crescimento do on-line no curtíssimo prazo. As empresas estudam ainda usar as lojas físicas do Magalu como pontos de retirada e devolução de compras feitas no Mercado Livre. MADESA AMPLIA CD E MIRA EXPORTAÇÕES A Madesa concluiu a ampliação de seu centro de distribuição em Bom Princípio (RS) e soma R$ 55 milhões investidos na estrutura, sendo R$ 51 milhões na implantação e R$ 4 milhões na expansão, feita cerca de um ano após a inauguração. Com 31 mil m², o CD triplicou a capacidade de armazenagem da fabricante e concentra a separação e a expedição de pedidos para o Brasil e para o exterior. Segundo o CEO, Pedro Cini, a nova estrutura reduziu movimentações internas e criou condições para sustentar o crescimento da empresa nos próximos anos. A logística acompanha o plano de internacionalização. A Madesa, que faturou mais de R$ 1 bilhão em 2025 e vende para mais de dez países, quer que as exportações representem 40% das vendas até 2030. A meta avança em um cenário de retração. De janeiro a julho de 2026, as exportações brasileiras de móveis somaram US$ 411,7 milhões, queda de 7,5% sobre o mesmo período de 2025, segundo a Abimóvel. O recuo se concentra nos Estados Unidos, para onde os embarques caíram 41,3%. Sem os EUA na conta, as vendas externas cresceram 5,3%, puxadas por Uruguai, Argentina, Peru e Paraguai.

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