Casa passou por transformação provocada pela pandemia

Com as mudanças em diversas áreas da vida, o olhar para casa se tornou especial no último ano e diretora da Interprint faz análise sobre esse momento

Publicado em 7 de abril de 2021 | 15:27 |Por: Thiago Rodrigo

Com as mudanças em diversas áreas da vida, o olhar para casa estava sendo e seria ainda mais, diferente, especial. O lar teria muito mais a personalidade das pessoas, sendo local de refúgio, experiências e histórias, mesmo nos ambientes compactos. No último ano, vimos tudo isso acontecendo de forma abrupta por um motivo nada agradável.

Dois anos antes, em 2019, durante a Interzum, a fornecedora de papéis decorativos e desenvolvedora de décors para o revestimento de móveis, Interprint, abordou o conceito “Eu moro onde trabalho e trabalho onde moro” como tendência para um futuro próximo e de como os limites entre espaços estavam ficando cada vez mais tênues. O que ninguém imaginava é que a maioria dessas transformações fosse acontecer de maneira tão súbita e permanente já em 2020.

Interprint

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Segundo Lourdes, quem não tem varanda, procurou alternativas como hortas verticais e vasos de plantas para ter mais contato com a natureza dentro de casa

“Tudo se transformou em dias: foi decretado isolamento social e as pessoas tiverem que começar a trabalhar em casa. Isto teve um primeiro e forte impacto na ressignificação e reorganização das casas. Nosso setor moveleiro foi privilegiado por essa grande mudança e todos tivemos que trazer rapidamente novas ideias e soluções para o mercado. Isto confirma que o que não acontece em décadas pode acontecer em um dia”, avalia Lourdes Manzanares, diretora comercial e de marketing da Interprint do Brasil.

Olohar para a casa

Essa nova visão sobre a casa com mais funções criou uma oportunidade única para a cadeia moveleira. Com as pessoas não podendo viajar e gastar em saídas a restaurantes, bares e outros, acabaram investindo em móveis e objetos de decoração para deixar suas casas mais confortáveis.

Desse modo, a diretora da Interprint enxerga que cores mais cálidas foram usadas para dar mais aconchego e as sacadas passaram a ter protagonismo fundamental nas casas como uma forma de trazer a natureza para perto.

Além disso, as pessoas tiveram que se adaptar para viver e trabalhar ao mesmo tempo em um mesmo espaço que era basicamente usado para jantar e dormir. “Espaços puramente decorativos como halls de entrada se tornaram importantes por ser a transição entre casa e espaço exterior”, assinala Lourdes.

Coluna: qual o segredo das cores?

Agora, o mercado se volta para avaliar esse cenário e oferecer produtos ainda mais condizentes com ele. Lourdes assinala que serão muitas as opções em mobiliário para home office. Um exemplo são os cloffices (mistura de armário e mesa de trabalho).

Igualmente haverá mais móveis multifunção, décors com desenhos e cores suaves e madeiras que mexem com a memória afetiva e remetem a casa de nossos avós, época em que nos sentíamos seguros e despreocupados. Móveis inteligentes e tecnológicos, espaços com dimensões reduzidas para trabalhar e morar também fazem parte. Leia mais na edição 305 da Móbile Fornecedores.


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