Economia: indicador revela que a confiança do consumidor melhorou em 2019

Estudo ouviu 800 consumidores de todo o Brasil e foi desenvolvido pelo SPC

Publicado em 6 de fevereiro de 2020 | 17:48 |Por: Everton Lima

De acordo com a Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL) e o Serviço Brasileiro de Proteção ao Crédito (SPC), o brasileiro está mais confiante em relação à economia e à própria vida financeira.

O Indicador de Confiança do Consumidor encerrou o ano passado em 47,00 pontos, sendo que ele poderia variar de 0 a 100 pontos. Em relação ao ano de 2018, esse resultado mostra uma evolução na percepção positiva do brasileiro em relação à economia, uma vez que, no mesmo período do ano citado, o resultado desse indicador era de 45,8 pontos.

Apesar da melhora, a percepção dos brasileiros a respeito de temas econômicos está, de um modo geral, negativa. 62% dos entrevistados classificam o atual momento econômico do país como “ruim” — em 2018, eram 72%.

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Brasileiros sentem que o custo de vida aumentou

Apesar de a inflação estar sob controle e da taxa básica de juros estar em queda, os entrevistados pelo SPC sentem que o custo de vida está mais caro.

Um terço dos participantes (33%) citam, justamente, os juros como responsáveis por esse cenário. 62% acreditam que o desemprego é o principal culpado por essa percepção. Os participantes puderam dar mais de uma resposta para essa pergunta.

Entre os respondentes que se disseram descontentes com o momento atual da economia, 55% citaram o custo de vida como o principal motivo da insatisfação. O desemprego foi citado por 20%, figurando na segunda posição.

90% dessas pessoas afirmam que ficou mais caro fazer compras no supermercado. Para 88%, a conta de luz ficou mais cara. Um número semelhante (86%) contou que o preço dos combustíveis está mais alto, enquanto os medicamentos foram lembrados por 77% dos entrevistados.

Futuro da economia

A maioria dos entrevistados (44%) se mantém neutros em relação a uma opinião sobre os próximos seis meses da economia brasileira. 26% estão otimistas e o número de pessimistas também equivale a 26%.

Os otimistas se apegam a uma percepção de estabilidade política no país como a principal razão para se manterem esperançosos com os próximos meses (38%). 28% dessas pessoas concordam com as medidas econômicas do Governo e essa é a principal razão do otimismo. 28% dizem que estão otimistas, mas não conseguem elencar uma razão para isso.

Já entre os pessimistas, 56% apontam a alta dos preços como motivo para ficar pessimista com os próximos meses. 40% dessas pessoas afirmaram que o pessimismo com o futuro é causado por não acreditarem que as medidas econômicas do Governo solucionarão os problemas. 35% estão pessimistas por não verem melhora no combate ao desemprego. Foram entrevistados 800 consumidores.

 


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