Schattdecor apresenta e discute tendências em décors

Durante a ForMóbile digital, Schattdecor apresenta os conceitos do “Resilient Habitats” em conversas com designers e arquitetos

Publicado em 2 de agosto de 2021 | 17:40 |Por: Thiago Rodrigo

Ponto de encontro da indústria moveleira no Brasil, a ForMóbile 2021 marca mais um ano de eventos digitais no mercado. A Schattdecor do Brasil participa do evento que começou hoje com uma coleção de decors pensada especialmente para os mercados latino-americanos e alinhada com os Trends 21/22: “Resilient Habitats”.

A especialista em superfícies prepara uma série de webinars e conteúdos sobre o futuro do morar, trabalhar e conviver, com convidados especiais no Schattdecor Summit, diretamente na plataforma da Formóbile Digital. O evento foi realizado hoje às 15 horas, com Elisa Toazza, gerente de design, marketing e comunicação, Adelita Lenartowski, designer, e Sandra Mohr Ludwig, gerente executivo comercial, design e marketing da empresa.

Living Zones

O Summit começou com Sandra enumerando os investimentos da Schattdecor em sua fábrica em São José dos Pinhais (PR), principalmente com a nova impregnadora. Em seguida, Elisa dialogou com a designer Bruna Galliano, criadora de conteúdo, que apontou que a reconexão com o lar foi algo necessário diante da pandemia que obrigou as pessoas a ficar em casa.

“Os ambientes ficaram itinerantes, se transformam no decorrer do dia. Antes quando a gente trabalhava fora, a casa era mais um hotel e agora é tudo o tempo inteiro é só em casa. A gente tem que se virar e ela também”, apontou. A dúvida que paira é que se o laço criado com a casa vai se manter quando o mundo voltar ao normal após a pandemia.

“Tenho pensado muito e lembrei que no período colonial tivemos o êxodo rural, saiam do campo para a cidade em busca de mais oportunidade de vida e há dez anos se tem falado do êxodo urbano, com o caminho inverso e as pessoas buscando sair do ritmo e se reconectar com a natureza. Óbvio que é uma parcela pequena. Há também a questão do Urban Jungle, com as pessoas trazendo para casa itens da natureza”, destacou Bruna Galliano.

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Durante a pandemia, Bruna se aventurou – assim como muitas pessoas – em atividades manuais e decidiu restaurar móveis. A designer também apresentou um conceito de “década conectada” do qual se tem milhões de dispositivos conectados, com três vezes mais dispositivos que o número de pessoas no mundo, apontando que houve uma aceleração nas tendências que seria de dez anos para apenas um.

“Acredito que cada vez mais a casa seja conectada com dispositivos que ajudem no dia a dia, como uma Alexa, uma geladeira com visor, TV que se disfarça no meio dos quadros”, disse. Junto a isso, há a busca por materiais naturais e sustentáveis do qual os consumidores buscam marcas éticas e transparentes.

Working Zones

Em conversa com Franco Faust e Lucas Aguillera, arquitetos e fundadores da Solo Arquitetos, apontaram que tinha o eu em casa e o eu no trabalho. Hoje, isso mudou. Eles refletiram sobre cores e superfícies e viram que há várias linhas, mas duas mais fortes, uma com um caminho minimalista, com tons suaves como branco, madeiras claras até algo colorido e tecnológico, que vai de geração a geração.

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“Nós os millenials estamos indo para algo mais bucólica de querer uma paz dentro dos ambientes e os mais jovens querem um mundo mais conectado, colorido dentro da internet e tem uma pegada mais fortes. Estávamos percebendo dentro do projeto que estávamos desenvolvendo no escritório”, disseram.

Se as facetas das pessoas em casa e no trabalho mudaram, gera-se a questão: eu preciso ter um escritório?. “Acredito que o trabalho vai ser realmente híbrido e as pessoas vão começar a entender sua própria de trabalho. Hoje vou ao escritório e é melhor eu aproveitar isso e isso, hoje em casa faço isso e isso. É importante essa normalização do trabalho em casa e aproveitar os momentos de acordo com o que precisa”, apontaram os arquitetos.

Public Zones

Bittor Sanchez Monasterio, arquiteto espanhol, vive uma vida nômade, e comentou sobre os espaços públicos. Ele que é vice-presidente global de design do grupo Accor, assinala que os hotéis precisam ser todo o momento da ilusão de viajar, hospedar, receber e, também, ser um espaço terciário para as pessoas que não estão viajando.

“A verdade é que as residências ficaram saturadas e o hotel tem um rol enorme. Os hoteis deixaram de ser quartos para serem muitos mais, para serem plataformas de vida holísticas, para serem local de reuniões de trabalho, de terapia porque não há espaço em casa”, destacou Monasterio. Para ele, o hotel está tirando a formalidade e deixando espaços prontos para as pessoas viverem com a autenticidade delas.

Uma tendência de materiais para esse segmento, na visão dele, são aquelas que “esquentam o coração”. “Todos os diferentes momentos do dia tem de ter uma variabilidade porque as pessoas mudam ao longo do dia. Então são materiais versáteis que possam fazer se sentir cômodos com eles”, destacou o espanhol. “A falta de formalidade, o caminho para poder viver, eu estar aqui com você e apresentar meu filho, é esse formal junto ao casual e os espaços vão ter que permitir essa autenticidade”, acrescentou.

Trends 21/22 by Schattdecor

Ao final do evento, a empresa apresenta sua coleção Resilient Habitats com as soluções em superfícies para o futuro, dos quais você também pode conferir aqui ou aqui ou o trendbook completo aqui. Na visão da Schattdecor, o mundo ao nosso redor mudou e mais do que nunca foi preciso nos adaptarmos. “Nossa vida limitou-se para dentro de casa – ambiente que se tornou nosso refúgio e espaço seguro, onde conciliamos a vida em família, trabalho, estudos, lazer e autocuidado. Ao passo que reinventamos nossas rotinas, o virtual se tornou a nossa janela para o mundo. No Brasil, por exemplo, a procura por planos de internet e aparelhos de informática com acesso à internet cresceu aproximadamente 50%1 desde o último ano”, aponta.

Schattdecor apresenta décors do Resilient Habitats

Especialmente na América Latina, resiliência tem sido um conceito fundamental para encarar os cenários de instabilidade. Neste contexto, os espaços passaram por adequações e grandes transformações e a empresa percebeu que, progressivamente, usuários têm adaptado os ambientes de acordo com suas necessidades. Um indicador deste movimento no Brasil, é de que o comércio online no segmento de “Casa & Móveis” cresceu cerca de 87% em um ano, tornando-se uma das 5 categorias que mais cresceram em 2020.

Desse modo, enquanto especialistas em superfícies, a Schattdecor entende que são necessárias novas soluções para os espaços de moradia, trabalho e convivência, que garantam a máxima versatilidade possível e capacidade de resposta ágil, sem limitar ambientes apenas a compromissos temporários. Com este olhar, a Schattdecor apresenta sua coleção de decors e novidades em produtos e tecnologia com foco nos mercados da América Latina.


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